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sexta-feira, 08 março 2019 13:18
Expert Insight

Portugal em ligação à ECCO

Uma das national representatives de Portugal na ECCO, a Dr.ª Isadora Rosa, explica o seu papel de ligação entre o GEDII e a ECCO.  Assim como, as vantagens de se ser associado da entidade europeia dedicada à DII.

É de recordar que o GEDII é membro da ECCO desde 2006, data da sua fundação, e cada direção do grupo português designa os seus representantes junto da ECCO. Atualmente sendo essa função é exercida pela Dr.ª Isadora Rosa, em conjunto com a Dr.ª Ana Isabel Vieira.

Em entrevista, a Dr.ª Isadora Rosa explica um dos papéis desta função é dar a conhecer à ECCO a atividade do GEDII e vice-versa. Nesse sentido, neste congresso da ECCO, encontra-se exposto um poster sobre a atividade do GEDII, trazido pela Dr.ª Isadora Rosa.

Relativamente às vantagens de ser membro da ECCO, a especialista refere a possibilidade de fazer parte das várias iniciativas levadas a cabo pela entidades europeia, como a possibilidade de integrar “os grupos de atualização dos documentos de consensos”. Assim como, participar em atividades educacionais, nomeadamente workshops e masterclasses. De que é exemplo o primeiro worshop dedicado à metodologia de guidelines.

Assista ao vídeo.

DII e cancro, monitorização rigorosa facilita deteção precoce das neoplasias

Questionada sobre a relação entre a DII e a doença oncológica, a gastrenterologista no IPO de Lisboa refere que “atualmente os doentes, quer com colite ulcerosa quer com doença de Crohn que atinja o cólon devem iniciar programas de vigilância a partir dos 6 e os 8 anos da doença, consoante outros fatores de risco”. Estes programas visam a deteção precoce de lesões iniciais, de forma a diagnosticar “o cancro da sua fase inicial passível de terapêutica curativa”.

Em comparação com os doentes com cancro colorretal mas sem histórico de DII, ”quando há uma neoplasia no contexto da DII, o risco desse doente vir a desenvolver outras neoplasias, simultâneas ou no futuro, é muito maior”, sublinha a Dr.ª Isadora Rosa.

Relativamente à abordagem terapêutica, a especialista desmistifica alguns mitos, sendo hoje “possível tratar das duas doenças em simultâneo”.

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