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domingo, 10 março 2019 16:56
Expert Insight

Prevenção e cura da DII: as questões cruciais ainda em aberto

Atento ao programa científico da ECCO, o presidente do GEDII, Dr. Luís Correia, partilha as suas considerações sobre os temas que inauguraram as sessões desta edição, nomeadamente as comunicações que procuraram acrescentar conhecimento sobre a prevenção da doença e a eventual possibilidade de cura.

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Apesar do longo caminho a percorrer para alcançar respostas concretas, os temas relacionados com a prevenção e eventual cura da DII são sempre pertinentes, na medida em que consubstanciam a atividade de toda a comunidade envolvida no seu tratamento.

Fazendo referência à apresentação do Dr. Colombel e ao trabalho desenvolvido pela Dr.ª Joana Torres, no que diz respeito ao tema de prevenção, Dr. Luís Correia refere como os mais recentes desenvolvimentos, com “a associação de marcadores genéticos e o reconhecimento precoce destes doentes, assim como, os marcadores biológicos nas fases iniciais da doença podem levar-nos a uma intervenção muito precoce”, destaca.

Quanto à possibilidade de cura, o Dr. Luís Correia salienta o facto de que, em DII, não se está perante “uma doença, mas várias doenças, com uma extrema variação de fenótipos”, o que coloca outro nível de dificuldade. No entanto, há que ter em conta os ganhos alcançados com as terapêuticas farmacológicas.

Como refere o gastrenterologista, a estabilização da doença tem sido conseguida através administração constante de fármacos, “sejam estes imunossupressores, ou biológicos ou, como agora, as pequenas moléculas, mantendo a doença em remissão profunda”. Perante este panorama, o Dr. Luís Correia considera que graças ao controlo continuado da DII  se está a chegar ao patamar de certas doenças infeciosas e também oncológicas, com as quais faz o paralelismo.

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